Teatro Por Que Não?: Parcerias
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quarta-feira, junho 20, 2018

O que tem rolado no EM CARTAZ?

Oi pessoal!!!! 

Como vocês sabem estamos com  projeto EM CARTAZ 2018 rolando a pelo vapor.

Nos últimos dias, passaram dois espetáculos no Espaço Cultural Victorio Faccin: Say Hello para o Futuro e Amanhã Foi Outro Dia. 

Olha só como foi:

Say Hello para o Futuro - 01 e 02 de junho (Fotos: Walesca Timmen)







Amanhã foi Outro Dia - 15 e 16 de junho (Fotos: Anderson Martins) 







Agradecemos imensamente a presença do público que não se intimidou com o frio e veio nos prestigiar!

Se você assistiu, conte pra gente o que achou, comenta aqui embaixo! Ficaremos muito felizes com o feedback

Não conseguiu vir? Tudo bem, o EM CARTAZ 2018 ainda tá acontecendo, veja a nossa programação aqui. 

Já nessa semana teremos mais um espetáculo, anota aí e venha conferir: 

LADRA TERRA: UMA COMÉDIA MEDIEVAL
22 e 24 de junho de 2018 - 20h30
Espaço Cultural Victorio Faccin 
Rua Duque de Caxias, 380 
Ingressos: R$ 20 (público geral) - R$ 15 (antecipado) - R$ 10 
(estudantes, idosos e professores da rede pública)


Esperamos que possa vir e até a próxima!



quinta-feira, junho 14, 2018

Processos e mais processos: Amanhã Foi Outro Dia

Estreado em 07 de setembro 2013, Amanhã Foi Outro Dia foi o resultado de uma comemoração de parcerias: foi a primeira vez que o trabalho conjunto entre Teatro Por Que Não? e Teatro Universitário Indenpendente (TUI) saiu da administração do Espaço Cultural Victorio Faccin e entrou para os palcos.

Foto: Eduardo Ramos

A ideia de montar esse espetáculo veio da curiosidade em ver como esses dois grupos trabalham artisticamente juntos. Já tínhamos experiências muito positivas com parcerias: antes do TUI, trabalhamos com o grupo Cia. Retalhos de Teatro (com os espetáculos No Fio da Navalha e O Santo Parto) e com o Teatro Camaleão (com o espetáculo Acordo Íntimo), então para entrar em mais uma parceria foi um pulo!

Quando começou a rascunhar esse novo espetáculo, o TUI estava com poucos integrantes ativos, Cristiano Bittencourt e Marcele Nascimento, e super empolgado em embarcar em uma nova montagem. Felipe (Martinez, diretor), que já tinha expressado o desejo de trabalhar com os dois, comunicou ao Por Que Não? que dessa vez o grupo trabalharia nos bastidores (na criação de figurino, luz, som...), vasculhou entre inúmeros textos para teatro e achou  Quando as Máquinas Param.

Diretor e atores Foto: Eduardo Ramos

Quando as Máquinas Param é um texto de Plínio Marcos (1935-1999), que foi escrito em 1963. Curiosamente foi o texto que Felipe trabalhou quando estava no segundo semestre do Curso de Artes Cênicas da Universidade Federal de Santa Maria, em 2008.

Dividido em quadros, o texto conta a história de Zé e Nina, casados, que se veem em uma situação crítica: Zé está desempregado, o proprietário da casa onde eles alugam está pedindo a casa de volta, Nina descobre que está grávida e momento econômico do Brasil está em decadência. Ainda assim, Zé recebe uma proposta de emprego que lhe rende uma nova esperança. Porém, Zé percebe que não é tão simples assim: ele descobre que para arranjar um emprego terá que sujar as mãos - suborno, compra de vaga e corrupção. Atrelado ao fato de estar casado, Zé engole seco e não aceita a proposta, volta para casa desiludido. Chegando em casa, Zé se depara com a notícia da gravidez de Nina e decide convencê-la a não ter o filho. Devota aos santos, Nina não concorda e insiste em ter o filho. A trama termina com Zé agredindo Nina com um soco na barriga.

As obras de Plínio Marcos mostram que, não importa o que aconteça, os personagens são condicionados ao meio que vivem. Ou seja, se a pessoa surgiu em um ambiente hostil, por mais que ela tente reverter a situação, sempre haverão obstáculos que tornará essa atitude impossível. Essa é uma das características do movimento artístico Naturalista. Além disso, preferindo retratar personagens marginais, Plínio escancara a realidade da sociedade brasileira, com seus abismos sociais, preconceitos e indiferenças. 
“Não faço teatro para o povo, mas o faço em favor do povo. Faço teatro para incomodar os que estão sossegados. Só para isso faço teatro” - Plínio Marcos
Foto: Anderson Martins

Percebendo que o Brasil não teve uma mudança econômica intensa (o tal "milagre econômico" do início dos anos 70 não era para todos, diga-se de passagem!), Felipe viu que a economia do início dos anos 90 não estava muito distante da economia dos anos 60 e resolveu transpor a história de Plínio para esse período. 

Zé e Nina se tornaram Ezequiel e Joana e os quadros foram remexidos, ajustados, com trechos criados pelo diretor que deram uma renovada na obra de Plínio.

O primeiro obstáculo era atualizar o texto: as gírias que Plínio colocara no texto original já estavam em desuso nos anos 90. Palavras como batota, termos como "essa luz que me ilumina" eram muito marcados e de certo causaria estranheza para o novo público da primeira década dos anos 2000. Felipe se encarregou de pesquisar notícias, programas, propagandas que foram difundidas nos anos 90 e foi criando pontes para juntar o texto.

Isso influenciou diretamente na escolha de cenário, figurino e objetos cênicos. Como já foi comentado neste post aqui, o cenário foi pensado para retratar uma casa típica de uma família de renda baixa, com objetos típicos daquela década: quadros religiosos em molduras de plástico, vassoura de piaçava, bibelôs de gesso, frutas de plástico, toalhinhas com bordas de crochê... (quem foi criança nesse período dos anos 90, certo que vai identificar como a casa da tia, da vó ou da amiga da mãe...)

O cuidado era tanto que até o maço de cigarros de Ezequiel precisava passar para uma "atualização ao contrário".

O segundo obstáculo era deixar que trejeitos e reações cotidianas atuais, próprios dos atores, afetassem na montagem. Apesar do teatro realista exigir essa aproximação do real, muitas coisas que são abertamente discutidas e interpretadas com maior liberdade nos tempos atuais, anos 2000, na época de Ezequiel e Joana ainda eram tabus, como por exemplo o uso de drogas ou a relação do homem dentro de um casamento. Então, tanto o diretor quanto os atores, tinham que achar uma sintonia para que, mesmo que o espetáculo seja retratado nos anos 90, ele não seja estagnado e que ainda possua situações que são herdadas até hoje e que precisam ser discutidas.

Aí que está o foco do Amanhã Foi Outro Dia: mostrar para nós que por mais evoluídos que estamos, ainda assim patinamos em velhos valores e quando nos deparamos com uma situação extrema, quem pode nos dizer até onde vai o nosso senso de justiça, moral e bons costumes?

É um tapa na cara, pois saiu de um texto dos anos 60, passando por anos 90, chega aos anos 2000 e vimos que muito pouco mudou. O próprio Plínio diz: se meu teatro é necessário até os dias de hoje, significa que o mundo não evoluiu.

Foto: Anderson Martins

****SPOILER ALERT!**** 

(se você ainda não assistiu e não quer saber de spoilers, pare de ler aqui! Muito obrigada pela sua atenção e depois nos conte o que achou o espetáculo, ok?) 

Se você chegou até aqui, muito obrigada pela dedicação! O que tenho a falar a partir de agora é o que torna o espetáculo único.

No mesmo período que Felipe foi apresentado ao texto Quando as Máquinas Param, em 2008, ele assistiu o filme Irreversível (2003), de Gaspar Noé, e apesar de naquela época não ter o menor sentido fazer uma convergência entre essas duas obras, que até então eram apenas tarefas de faculdade, ele pode juntá-las 5 anos depois com o Amanhã  Foi Outro Dia.

Para quem ainda não conhece esse filme, conta a história de um homem (Marcus) em busca de descobrir quem foi a pessoa que agrediu e estuprou a namorada. Recomendo se tu tem estômago para assistir, pois ele é bem intenso. Mas o que chamou a atenção de Felipe não foi a história propriamente dita, mas como ela foi contada. O filme começa pelo final, ou seja, começa com Marcus encontrando o estuprador e acaba matando-o. Antes que tu pense "ai, aí já acabou com o filme", o fato de começar de trás para frente te induz a querer saber como o enredo chegou até ali. E era isso que Felipe buscava com o espetáculo.

Com Nina e Zé, de Plínio, o clímax (a notícia de gravidez, pedido de aborto e agressão) é apresentado no final da peça, você, como espectador, "entende" a linha de raciocínio de Zé, pois percorreu o texto todo até ali. Com Ezequiel e Joana, de Felipe, o clímax é apresentado logo no primeiro quadro, você, como espectador, se pergunta o que o fez agir daquela forma, assim, a sua linha de raciocínio é revertida.

Em miúdos: enquanto que na versão de Plínio pensamos em até que ponto essa história vai se desenrolar, na versão de Felipe pensamos em como a história chegou a esse ponto. Captou a diferença?!

Ficou interessado como isso foi feito, né não? Pois é, agora não vou falar meeeeeeeeeeeermo, tu terá que assistir (precisamos ganhar nosso pão de cada dia, né?). Anota aí, que esse espetáculo tá fazendo parte da programação do EM CARTAZ 2018.

AMANHÃ FOI OUTRO DIA no EM CARTAZ 2018
15 e 16 de junho de 2018 - 20h30
Espaço Cultural Victorio Faccin
Rua Duque de Caxias, 380 - Rosário
Ingressos: R$ 20,00 (geral) - R$ 15,00 (antecipado) e 
R$ 10,00 (estudantes e idosos)

E aí? O que achou desse processo? Comenta aqui embaixo pra tia e venha ver de pertinho o resultado!

Até a próxima!


Só de pensar que a minha única preocupação nos
anos 90 é saber o que tinha na nave da Xuxa...






quarta-feira, agosto 30, 2017

Quem é quem no Ladra Terra?

Hoje é o pessoal do espetáculo Ladra Terra: Uma comedia medieval, do grupo TUI (Teatro Universitário Independente) que dará o ar da graça em nosso blog. Vamos conhecer essa trupe que veio lá dos tempos das trevas da nossa história mundial?



Jado (Cristiano Bittencourt) 


É o saco de pancadas da trupe e faz de tudo, puxa a pesada Carroça, monta cenário... pau pra toda obra. Quer ser o grande ator, mas é um pouco lento de raciocínio e às vezes literal demais. Perdeu um braço em troca de um mapa que os levasse para Leiria. 

Bernadete (Marcele Nascimento)


É a primeira atriz da companhia. Todos os papéis principais é ela quem faz. Braço direito da Chefa, tem regalias, como por exemplo, poder dormir de conchinha com a dona da trupe. Bem expressiva e melodramática, não é a toa que tem a posição que tem na trupe.

Chefa (Luis Gustavo Chiappa)


É a dona da trupe! Manda e desmanda só para deixar tudinho do jeito que ela gosta e quer. Sonha com amores passados, mostrando uma alma "sensível" que só desvendada quando ela está dormindo, ou bêbada. Tem um chicote em punho e não tem medo de usá-lo. Tem que se acostumar com as explosões de humor, dependendo do dia é melhor nem olhá-la nos olhos. 

Bertola (Inês Rorato)


É a grande paixão de Jado. Vivem em um relacionamento de gato e rato, ora se amam e trocam carinhos, ora estão se xingando e se odiando. Ela é boa de briga e não leva desaforo para casa, se algo a incomoda já vai logo tirar satisfação, cuidado ao falar com ela! Mas também é divertida e pronta para ajudar Jado no espetáculo mambembe. 







Carroça (Andaime antigo do Espaço Cultural Victorio Faccin)

É o que carrega todos da trupe (exceto o Jado, que tem que puxá-la). É super versátil, podendo servir de cama para Chefa e Bernadete, camarim para a preparação do espetáculo e também como o cenário do mesmo. Carrega muito mais do que você pode imaginar. Ali pode encontrar pão caseiro, rabanetes, vinho, palheiro, uma árvore inteira, terra... Tipo a bolsa do gato Felix, sabe?








E aí? Curtiram essa trupe muito louca?! (Credo! Realmente tô muito tiazona nessa semana, agora tô parecendo um filme da Sessão da Tarde!)


Até a próxima!

Felix já tá no clima de findi! Arrasa, bichano!

quinta-feira, agosto 17, 2017

Quem? Qual? Cuma? Hein? - Adriano Zuli

Sentiram falta dessa seção?

Eu também tava sentindo. O EM CARTAZ  tá aí bombando e sempre com mais artistas daqui botando o carão no palco do Espaço Cultural Victorio Faccin.

O convidado Quem? Qual? Cuma? Hein? de hoje é...

Adriano Zuli
Banda Geringonça

Natural de Salto do Jacuí, Zuli é figura carimbada aqui no Por Que Não? Já foi ator e compositor no espetáculo O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá, criou a trilha do Amores aos Montes e, no mesmo espetáculo e junto com a Flávia Fagundes, organizou a bagunça com os instrumentos e pacientemente nos ensinou a mexer com música. Ufa! Ele já deve tá de saco cheio de nós!
Ele é integrante da banda Viva Geringonça! e nesse sábado, dia 19 de agosto, vai estar com a galera com o show Geringonça em Obras. Vamo lá conhecer um pouquinho mais?


1- Qual é a sua profissão atual?

Divido meu tempo como músico e professor de Inglês em duas escolas.

2- Quando você começou a embarcar no mundo da música?

Aos 11 anos quando, encorajado por uma professora de artes, montei minha primeira banda na escola, para uma apresentação de fim de ano. Desde lá, nunca parei. Já são 18 anos de música

3- Como a Geri (apelido carinhoso da banda) foi criada?

A Geringonça foi criada a partir da canção "Florisbela". O Víni Bertolo (Baixista da Geri) me apresentou ela. Então ela batucou essa canção em uma capa de DVD. Decidimos naquele momento que teríamos uma banda. De lá pra cá já são 10 anos, sendo desses quase 6 anos de palco.




4- O que você acha da movimentação cultural atualmente em Santa Maria?

Enxergo o panorama cultural da cidade como rico. Creio que temos muito de tudo. Muitas bandas, muitos grupos de teatro. Muitos desses grupos e bandas unidos e lutando juntos, mas também muitos grupos que não dialogam, por questões diversas. Muita união, empatia e trabalho mas também muitas diferenças, intrigas e desafetos desnecessários. A produção pode não agradar muitos e, em tempos de internet, é natural que algumas pessoas prefiram estar distante o suficiente para terem o prazer de tecer críticas duras ao que vem sendo feito. O que não temos muito é incentivo dos órgãos públicos, pelo que sinto. Tenho esperança nas novas movimentações dos artistas em pressionar para melhorias, mas confesso que já estou cansado do diálogo com estas entidades, talvez pelo histórico de insucessos.

Geri +TPQÑ? - Foto: Leonardo Gadea

Valeu Zuli!!!! Agora vamo dar um descansin pra você, ok? 😜😜😜

Programe-se com a gente e venha conferir de pertinho esse espetáculo LINDOOO:

Geringonça em Obras – EM CARTAZ 2017

19 de agosto de 2017 – às 20h30
Espaço Cultural Victorio Faccin
Rua Duque de Caxias, 380 – Rosário
R$ 20 (inteira) – R$ 10 (meia-entrada)
Classificação: Livre


Maiores informações: (55) 3217-6600

A banda no evento Abraça UFSM 

No dia seguinte, dia 20 de agosto, eles vão dar um Workshop de Composição Musical Coletiva - inscreva-se aqui! - É gratuito!
Quer saber mais sobre a programação do EM CARTAZ 2017? Clique aqui!
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Ficou interessado em alguma de nossas atrações do Em Cartaz e quer mandar uma pergunta para os artistas? Comenta aqui embaixo! 👇👇👇

quarta-feira, agosto 16, 2017

Aconteceu! - Amanhã Foi Outro Dia

Choveu, fez frio, tinha tudo para dar aquela desanimada... mas aqui não foi assim!

Aqui no Espaço Cultural Victorio Faccin o pessoal enfrentou essas adversidades e veio prestigiar mais um evento do EM CARTAZ 2017. O evento da vez foi o espetáculo Amanhã foi Outro dia, fruto da parceria dos grupos Teatro Universitário Independente (TUI) e Teatro Por Que Não?



Como opinião de dentro de casa é meio suspeita (sim, sou bem mãe nessas horas e sempre vou gostar dos nossos espetáculos, me deixa! 😂😂😂), o melhor é conferir a opinião do pessoal que assistiu? Olha só!


“Achei a peça muito legal. Eu gostei que retrata bastante a época em que se passa. É uma peça diferente das que eu tava acostumada a assistir porque ela começa no final e as cenas vão assim se desenvolvendo. O jeito que eles atuam é muito curioso porque eles tem um monte de falas para falar e mesmo tempo, sempre estão fazendo alguma coisa. Eu admirei muito isso neles. Gostei bastante da história, de ser só um casal e fazer a peça toda e eu recomendo! Achei muito bom" – Nathália, 15 anos, estudante





“Achei o espetáculo muito legal. Gostei muito do fato de que vai utilizando tudo que tá ali em cena, vai tirando de várias formas, achei muito boa a atuação deles. A história é muito legal, a narrativa – de ser contada ao contrário.” – Vitor, 17 anos, estudante





 
“Gostei bastante do espetáculo, gostei do entrosamento dos atores, do cenário e das músicas também. Nunca tinha assistido esse espetáculo e realmente foi muito bom. Eu vim com alguns amigos e todos gostaram também. A gente ficou meio tenso depois, conversando, porque em alguns momentos parecia que o ator ia bater na atriz. Parecia mesmo! Foi meio tenso assim, mas acredito que em consequência da competência dos atores, né? Gostei bastante e vou recomendar que outras pessoas assistam a peça, quando forem exibir novamente.” – Rafael, 27 anos, desenvolvedor de software



Obrigada pessoal pela disponibilidade!

Viu só que bacana? 

Não fique de fora na próxima e olha que tá bem pertinho... Sábado que vem, dia 19, terá mais um evento EM CARTAZ 2017 - olha só a nossa programação!


Você assistiu e quer falar sobre? 👇👇Comenta aqui embaixo 👇👇 Vou curtir bastante ler o seu feedback

Até a próxima!

terça-feira, agosto 08, 2017

Que tal? - A semana está regida pelo número...

2

Foi o que eu percebi quando tava fazendo essa postagem. Presta só atenção: os eventos que escolhi tem dois no meio, ou é um evento com duplas ou comemoração de dois anos. Duvida? Olha só!

Dupla n° 01 - Categoria Música

Fotos: Divulgação Gepeis UFSM/ Fernanda Bona
10/08 às 22h 

Bossa da Boca com Gustavo Borges e Marina Lima
Gustavo Borges e Marina Lima 

Vaca Profana
Rua Serafim Valandro, 536 
Ingressos: R$ 10

Você leu os nomes e imaginou o nadador olímpico + um ícone da MPB que fez bastante sucesso nos anos 80 e 90? Hehehehe... não são eles, mas não deixam a desejar: são dois feras da música daqui de Santa Maria que vão dividir o palco do Vaca Profana tocando as bossas mais gostosas do nosso Brasil. Delicinha, néam?

Saiba mais aqui


Dupla n° 02 - Categoria Teatro


12/08 às 20h30

Amanhã foi outro dia no EM CARTAZ 2017
Teatro Universitário Independente e Teatro Por Que Não?

Espaço Cultural Victorio Faccin
Rua Duque de Caxias, 380
Ingressos: R$ 16 (público geral) e R$ 8 (estudantes e idosos)

A parceria gostosa de TUI e TPQÑ? vai mais uma vez pular do backstage do nosso amado Espaço Cultural Victorio Faccin para a frente dos holofotes. Não é porque eu faço parte do TPQÑ?, ou que esteja puxando sardinha, mas é um programa bem legal para fazer no sabadão e você não vai se arrepender!

SINOPSE

O espetáculo aborda quatro dias na vida de Joana e Ezequiel, um casal brasileiro nos primeiros anos da década de noventa. As contas, o orgulho, a fome, o aborto, o respeito, a fé. Situações que envolvem duas pessoas, duas idéias, dois pontos de vista. Quando as máquinas param, o amor se depara com as próprias promessas.

Saiba mais sobre o espetáculo aqui
Confirme a sua presença no nosso evento aqui
Essa apresentação faz parte do projeto EM CARTAZ – dá só uma olhada na programação 


Categoria: 2 anos de aniversário!

Foto: Divulgação Rádio Armazém
13/04 às 14h

Festa 2 anos da Rádio Armazém
Rádio Armazém

Salão Comunitário Cohab Tancredo Neves
Av. Paulo Lauda, T. Neves
GRATUITO

O radinho de pilha pode não ser tãããããão usado hoje em dia, mas a Rádio Armazém tá aí para mostrar que o rádio também evolui e tá aí no surf da internet. Completando 2 anos em 2017, o pessoal preparou uma festa bacana para durar todo o domingão. Música, bate-papo, teatro, arte de rua... Quer coisa melhor?! Não, né?! Desliga essa TV e vai curtir um rádio, guri!

Saiba mais aqui
Aproveita e favorita o site deles pra acompanhar a programação da galera 

Viu só?!

Tudo duplo... dois... dois... dois... Vamos lá?


Venha brincar com a gente....

Eita! 



terça-feira, junho 13, 2017

Amor em dose dupla: Por Que Não? e Geringonça no Itaimbé!

Geeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeente!!!! 

Que coisa linda que foi esse encontro do Por Que Não? com a Geringonça! Até hoje tô flutuando... 

Parecia que tudo estava a favor: tava um sol lindo, uma galera empolgada, ceva gelada, quentão reconfortante... Tivemos totós e nenês atuando com a gente, tivemos as nossas PorQueMães babando vendo as crias tudo trabalhando no gramado. 

Tu não foi??? Tudo bem, olha só como foi essa fusão muito colorida e apaixonada... 

Foto: Thiago Formentini
Foto: Walesca Timmen
Foto: Thiago Formentini
Foto: Walesca Timmen

Até os moradores em volta fizeram de suas sacadas um belo camarote - Foto: Walesca Timmen
Foto: Thiago Formentini

Foto: Walesca Timmen
Foto: Thiago Formentini

Foto: Walesca Timmen
Foto: Thiago Formentini
E nosso gran finale! Todos nós dividindo o mesmo palco - Foto: Walesca Timmen
Foto: Thiago Formentini

Pra quem não foi: não se preocupe, estamos aqui torcendo para ter mais uma oportunidade como essa. 
Pra quem foi: esperamos de coração que tenha gostado, pois nós nos divertimos muito! E se você tirou foto, ou desenhou nos mande umas fotenhas (com o nome do autor que vamos registrar direitin) para contato@teatroporquenao.com.

O nosso imeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeenso OBRIGADO para a banda Geringonça por mais uma parceria, para a Walesca e Thiago pelas fotos MA RA VI LHO SAS que pegaram de jeito as cores de um dia tão lindo e para cada um de vocês que foram nos assistir e compartilhar um domingo tão gostoso! 

Até a próxima!

Fuuuuuuiiiiiii....